segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Por terras agrestes

Peneda
A Peneda é feita de rochedos gigantes, de vales profundos, de nevoeiros misteriosos, de caminhos a percorrer, de giestas e carqueja, de frio, de silêncios, de garranos e vacas, de ventos fortes, do fogo das lareiras que aquecem corpos e almas, de pontes antigas que cruzam ribeiros, de marcos geodésicos para conquistar, de paisagens a perder de vista, de troncos cobertos de líquenes, de ventoinhas geradoras de electricidade, de monumentos megalíticos, do som das folhas secas pisadas pelos nossos pés, do granito das casas, de águas cristalinas e geladas, das curvas e contracurvas das estradas e da vontade de regressar.

Recomenda-se:
Casas da Branda da Aveleira

2 comentários:

Pedro disse...

saudades!!!
gosto dessa força que a natureza nos impõe sem constrangimentos nem falsas modestias
gosto de todo esse verde e essa rugosidade!!

petroy disse...

vou
este fds

descobrir