Extracto do filme "J'ai tué ma mère", de Xavier Dolan, o mesmo realizador do filme referido no post anterior. E a música viciante dos belgas Vive La Fête, a dar um colorido especial a uma 2feira chuvosa e gelada.
E de repente há alguém que nos abala, que nos dá vontade de dar o melhor de nós, que nos faz inventar programas para o dia seguinte, que nos põe a pensar em prendas para oferecer, que nos ofusca a racionalidade, que nos faz desejar suspender o tempo, que nos põe eternamente à espera de um sms, que nos dá tusa, que nos faz sentir nas nuvens com um pequeno "olá", que nos faz acelerar o coração e tremer as pernas e que nos faz pensar "será que ele sente o mesmo eu?". É de tudo isto que é feito "Les amours imaginaires", filmado com uns belíssimos slow motions, grandes angulares e poucas profundidades de campo, acompanhada por uma banda sonora de nos pôr a suspirar de amor. Bons ventos que vêm do Canadá!
Monólogo a três, na mesa do lado de um restaurante dos subúrbios do Porto: "Eu só leio o primeiro e último capítulo de cada livro e percebo a história toda (...) Eu cá manjo tudo o que começa com 'star': Star Trek, Star Wars... até sei insultar em klingon! klu$ftpaft%... Sabes o que te chamei?! Idiota!! Eheh!"
Sta Apolónia, metro, escadinhas do Duque, aniversário da R., pessoal animado, Associação Cultural Bacalhoeiro, dançar, dormir, amar, "Lisboa que amanhece", brunch na Praça das Flores, negócios no El Corte Inglés, passeio no Bairro Alto e Chiado, chocolate quente, o conforto da casa de B., o jantar com Olho no Pé Branco de 2009, o susto do incêndio nos Caldeireiros, conversas até de madrugada, a chuva e o vento que nos deixa como uns "pintos", o abraço de A.P., o Miradouro da Senhora do Monte de S. Gens, o reforço do pequeno-almoço, mini-workshop improvisado de kusudamas, negócios na Coisas do Arco do Vinho, exposição de fotografia "África: See you See me", os pavões dos jardins do Museu da Cidade, as peças de Bordalo Pinheiro/Joana de Vasconcelos, a pastelaria Versailles, Devesas.
"Lisboa que Amanhece", Sérgio Godinho e Caetano Veloso
Santa Apolónia, os abraços desejados, conversas sobre amores e desamores, o ritual da Feira da Ladra, três pratos e uma taça, a esplanada do Campo de Santa Clara, almoço na Graça, B. e o seu pequeno G., Parque de Monsanto, a alegria e vivacidade contagiantes de G., os parques infantis cheios de pequenada, a ponte 25 de Abril iluminada pelo pôr-do-sol, a broa-doce do Restelo, o concerto surpresa de Wim Mertens, a boa disposição e segurança de M., restaurante "O Prado", comer sapateira e gambas até à 1h30 da manhã, mais conversas sobre amores e desamores, adormecer às 4h, Á. na Brasileira, a exposição de arquitectura no Museu do Chiado, o laboratório do Museu de História Natural, a cinematográfica casa de Á., pizzas de bacon e anchovas de almoço e banana com iogurte de sobremesa, as casas do Príncipe Real, o chocolate quente, a escolha do novo edredon de Á., um até já, Gaia-Devesas.