terça-feira, 30 de março de 2010

A poética timorense

A poética timorense
Finalmente, depois de tantas vezes falado, lá fui conhecer o ansiado Museu do Oriente. No meio das suas paredes negras e da profusão de cores, estampados, dourados e plumas das duas exposições principais, destaco a pequena colecção de belíssimos objectos trazidos da longínqua ilha de Timor-Leste. A simplicidade e contemporaneidade das suas formas são comovedoras e, só por si, já valem a pena deslocarmo-nos a este museu, atravessando linhas de comboio, subindo e descendo escadas metálicas, contornando tapumes e carros estacionados nos passeios e sobrevivendo ao trânsito feroz de tão desumanas avenidas.

2 comentários:

petroy disse...

visitei o Museu do Oriente há já algum tempo ... gostei das máscaras (especialmente as provenientes da india) ... acho, no entanto, que o ambiente é muito soturno (não gosto de paredes negras - excepto nos interiores japoneses).

Pedro Costa disse...

foi uma das coisas que me agradou imenso nas descobertas dessa arte ancestral foi a abstracção e minimalismo, Vi umas esculturas da china antiga, umas mascaras aztecas no British museum que me deixaram deliciado!

top!!!