segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Curvas e contracurvas

Curvas e contracurvas
As curvas dos socalcos e das estradas, o cheiro a mosto, as cores ocre da paisagem, os nomes das estações de caminho de ferro, os sabores da fruta, os silêncios dos vales, os sons dos pássaros e o calor da terra vão-se tornando familiares e fazendo cada vez mais parte de mim. Em mais uma escapadela relâmpago para o colo do "mais que tudo", tempo ainda para rir muito e sentir o abraço que encurta distâncias e une afectos de quem está longe e de quem não me importaria ter como vizinhas.

3 comentários:

J. disse...

meu querido, eu não só me não me importaria como me faz falta ter-vos como patrícios. Gostava de ter pisado aquele mosto e ficar com as unhas escuras até ao Inverno. A receita do bolo segue dentro de momentos, diz minha querida.
Há uma sensação de irrealidade no topo daquelas encostas dos sucalcos.
Beijo

J. disse...

meu querido, eu não só me não me importaria como me faz falta ter-vos como patrícios. Gostava de ter pisado aquele mosto e ficar com as unhas escuras até ao Inverno. A receita do bolo segue dentro de momentos, diz minha querida.
Há uma sensação de irrealidade no topo daquelas encostas dos sucalcos.
Beijo

J. disse...

bolas! saiu o erro em duplicado.Por falar neste me-mão-me estive a ver a Paula Rego e a rir-me, contigo! Uhhhhhhhhhh Uhhhhhhhhhhhhh