quarta-feira, 6 de maio de 2009

OPO-VE

OPO-VE
As horas vão passando desde o meu regresso de mais uma suspensão do quotidiano. É hora de retomas lentas, de apreciações fotográficas e de fazer um balanço de todas as percepções e emoções que ficaram da minha estadia nessa cidade. Uma coisa é certa, à medida que o tempo passa vou querendo-a mais, correndo o risco de se tornar um vício desmesurado. Sim, apesar do vírus turístico que vai destruindo aos poucos as suas veias centrais, mas muito mais aceleradamente que a incontornável subida do nível do mar.

3 comentários:

Pedro Costa disse...

é uma verdade... esse pais cheio de história a deixar-se levar pelas rodes de turistas e especulação imobiliária... já não há arquitecturas como pontos que se embrenham na paisagem, edifícios que eles próprios são feitos para harmonias e como montagens de belezas fotografias... agora é um amontoado de cimento e tijolo e muito lixo...

o Cairo... um destes dias irás ver que não é muito diferente...

talvez devessem salvaguardar uns bons quilómetros dos ditos monumentos... tempos houve, en que os antigos sabiam fazer isso e quando a cidade crescia demasiado fazia-se outra mas distante o suficiente para salvaguardar a primeira mas perto de que seja acessível pelos próprios pés...

Esteva disse...

Então foi por aqui que andaste? Eu devia ter suspeitado que o motivo do silêncio era mais uma dose do vício das viagens. rapaz, um destes dias tens de fazer uma desintoxicação, eheh.

Beijos invejosos! :)

disse...

Bem, esta fotografia está muito boa!
Fazia uma boa parelha com a minha do Cristo com o rato Mickey!