No sábado passado lá regressei eu à marcha lgbt do Porto, pela quarta vez consecutiva. Apesar de dizerem o contrário, na minha opinião não fomos tantos como no ano passado ou então estivemos um pouco desorganizados, mas nem por isso foi menos divertido, ou eu não estivesse muito bem acompanhado. Velhos e novos amigos juntaram-se à festa, o que deu uma alegria redobrada ao evento, tornando-a muito especial. E para acabar o dia em beleza, nada como ir dançar Lady Gaga para o Lusitano!
quarta-feira, 14 de julho de 2010
"LGBT, liberdade sexual! LGBT, liberdade sexual!"
No sábado passado lá regressei eu à marcha lgbt do Porto, pela quarta vez consecutiva. Apesar de dizerem o contrário, na minha opinião não fomos tantos como no ano passado ou então estivemos um pouco desorganizados, mas nem por isso foi menos divertido, ou eu não estivesse muito bem acompanhado. Velhos e novos amigos juntaram-se à festa, o que deu uma alegria redobrada ao evento, tornando-a muito especial. E para acabar o dia em beleza, nada como ir dançar Lady Gaga para o Lusitano!
domingo, 4 de julho de 2010
Cabeceiras 2010: o regresso
Ainda em rescaldo do fim de semana passado na casa de Cabeceiras, sinto o cheiro a rio que emana do meu corpo trôpego e uma sensação de bem-estar apodera-se de mim. Mataram-se as saudades do espaço e de bons velhos amigos e deram-se as boas-vindas aos novos membros desse lugar mítico. As conversas foram fluindo à volta de uma mesa repleta de boas comidas, enquanto íamos nos entregando lentamente aos sabores intensos do Olho no Pé fresquinho, garrafa após garrafa, desinibição após desinibição, gargalhada após gargalhada, até ao sono colectivo final. Para quando fica o novo encontro?
sábado, 3 de julho de 2010
Guapuuu!

Duas vezes por ano somos brindados matematicamente pelo solstício do sol e pela visita de Ò. Consigo chegam os seus ¡hola! graves e guturais e uns abraços que nos afagam os cinco sentidos de uma só assentada. Na sua mala encontram-se roupas de mil cores e padrões. Os seus conhecimentos musicais enchem-nos de novos ritmos e sons. A sua memória revela sempre novas histórias para contar. E as suas inseguranças são transformadas em chistes e gargalhadas cúmplices.
Na sua presença sinto-me de novo em férias, "apenas" interrompidas por sete horas diárias de robotização. Assimilo mais umas quantas palavras novas e dou por mim a pensar em castelhano e a aportuguesar umas quantas expressões que bem jeito davam.
É tempo de ver tudo e todos porque ele esgota-se, os afectos são imensuráveis e o "cutrefly" já está marcado , de regresso às terras do nascente. "Até já, lindo!"
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Música en català - 2
"Gat", Maria Coma
Temas:
Sons
Música en català - 1
"1,2 i 3", Anímic
Temas:
Sons
Direito aos afectos
O direito de dormir abraçado a alguém devia ser consagrado na Declaração Universal dos Direitos Humanos. Quem alinha na petição?
Temas:
Pensamentos
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Ironias em pelota
Na mesma semana em que é inaugurada mais uma loja de roupa na baixa do Porto, onde se podia ganhar um guarda roupa completo aos primeiros que entrassem nus na loja, somos importunados por um talibã nortenho numa praia de Afife que, no meio do nevoeiro denso, lá reparou que estávamos de nádegas ao léu! Sim, que há crianças por perto e é razão para chamar a polícia marítima! Já agora, quando será aprovada a nova lei?
Temas:
Baú
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Festas de Lisboa 10
Santo António à maneira é passado de manhã na feira da Ladra em busca de preciosidades pop, de tarde na cavaqueira com amigos, jantar cabrito massala no paquistanês do Martim Moniz e emocionar-se com o Sérgio Godinho, num concerto como deve ser, num palco improvisado, ao ar livre de uma rua familiar de Campo de Ourique. No dia seguinte, é correr directo para os jardins do Palácio de Queluz, fazer um piquenique, deambular pelos jardins melancólicos, imaginar a D. Maria a navegar num barquinho no canal feito de azulejos e com as águas da Ribeira do Jamor, colher ervas aromáticas e trazer para casa uma menos simpática carraça! E pronto, lá acabaram as férias...
quarta-feira, 16 de junho de 2010
O que falta em cerejas, sobra em camomila

É tempo de ver como as videiras-bebés estão a crescer e de remexer as borras finas das barricas onde repousam os futuros Olho no Pé. Ao lusco-fusco apanham-se apressadamente as poucas cerejas que espreitam entre as folhas, antes que as chuvas as estraguem de vez. E assim se passa a segunda etapa das férias.
Galiza 2010

O camping silencioso, a complexa montagem da tenda nova, o som do vento nas folhas das árvores, a companhia nocturna da pastora alemã Bonnie, o despertar dos pássaros cantores, o mar sereno e azul, as caminhadas para a frente e para trás no areal da Barra, a companhia do sr. Silva e dos seus amigos do lar "Feliz Idade", as sestas retemperadoras, os piqueniques improvisados, o calor que aperta, o sol que deixa a nuca vermelha, os peixes pescados pelo mais que tudo, as sombras do pinhal da Barra, os pores-do-sol a dois, o odor emanado pela pele durante o duche, os jantares à luz de leds, os afectos, a repetição de rotinas descontraídas, os caminhos que vão dar ao farol do Cabo Home, as Cíes no horizonte, os conselhos horticolo-meteorológicos da Radio Galega, o parque das dunas de Corrubedo e as tapas da tasca de Cangas. Assim passou a primeira etapa das férias grandes.
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