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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Abençoados pela Santa Bárbara dos Tornozelos!

Perre 2
Perre 3
Perre 1

Gostos improváveis

A estação de radio sintonizada ao calhas, as curvas e contracurvas das estradas do Alto Minho que nos embalam dentro do pequeno veículo coreano, o bem estar que nos invade os sentidos depois do passeio à chuva na praia, depois dos risos e das conversas partilhadas a múltiplas vozes e saboreadas entre goladas de chá quente. E de repente, uma música foleiró-arrebatadora transforma-se no hino* improvável de um fim de semana que nos agarra os pensamentos e que promete alojar-se no coração.

*Ó J., tens razão! Este hit não foi comungado por todos os participantes deste fim de semana pelo que terá uma menor importância para a maioria. Mas não deixou de ser um belo momento proporcionado pelo autorádio do Á ;)


"Without you", Mariah Carey

quarta-feira, 11 de maio de 2011

... são 5 minutos de sol!



Enquanto se conquista o palato dos algarvios e dos "camones", é feita uma pausa, em busca de um Algarve menos cimentado e dos tímidos raios de sol que espreitam entre nuvens choronas.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Afife com sabor a despedida

Afife com sabor a despedida
O ritmo abranda, os sentidos despertam, o bem estar invade-nos, os repastos prolongam-se durante horas e a vida podia ser assim!

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

As Portas do Porto


Um domingo cinzento e um passeio pelas ruas do Porto, em busca de inspirações para a nova porta de entrada dos Caldeireiros. Admiram-se os trabalhos de ferro forjado dos batentes, das caixas de correio e dos gradeamentos. Sente-se a textura das tintas e dos diferentes materiais. Surgem algumas dúvidas. Uma porta com história ou uma porta nova? Madeira ou ferro? Dupla folha ou folha simples? Aspecto contemporâneo ou clássico? Estará pronto a tempo de recebermos os primeiros hóspedes? Bom, uma coisa é certa, qualquer coisa será melhor que a actual porta de alumínio!
Brevemente teremos cenas dos próximos capítulos. Entretanto reparem melhor nas portas do nosso quotidiano e avisem-nos se gostarem de alguma ;)

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

O PR4 de Macieira de Alcôba

A chuva deu tréguas e o céu encheu-se de sol para nos secar a humidade das últimas semanas. Para celebrar esse sol tão desejado nada como aceitar o desafio da boa amiga Esteva, rumando para as profundezas do concelho de Águeda e seguindo os trilhos bem marcados do PR4.
Somos brindados com carvalhos, sobreiros, carrascos, estevas e alguns cogumelos corajosos. Aqui e ali surgem casas abandonadas e campos por lavrar. E a água, sempre em abundância, é conduzida por canais ou repousa em poças e tanques construídos por homens do antigamente. No final do percurso um tímido pôr-do-sol deixa-nos em silêncio contemplando a enorme planície que se estende até ao mar.
Não há fotos para mostrar. A câmara digital ficou em casa e o rolo a p&b ficou esquecido no bolso do casaco.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Ouvido na rua - IV

A Feira de Espinho em seis pregões:

"Venha cá, não fuja, que nós damos apoio ao cliente!";
"Mamas a um euro!";
"Tenham calma... não entrem nervosas no novo ano! Chega para todas!";
"Antes que eles venham e levem tudo, levem vocês!";
"Não precisa de sorrir, não está a ser filmado.";
"Dez euros, dez euros! Fica mais barato do que roubar!"

2011: o ano dos pimpolhos

Amigos 2011
Com o Douro aos pés e rodeado de amigos lá entrámos em mais um ano prontinho a estrear, repleto de gargalhadas bem dispostas, longas conversas, boas comidas, bons vinhos e belas paisagens, aquecidos pela luz quente das lareiras. Que se pode desejar mais? Bom, podemos desejar que estes se prolonguem com frequência nos próximos tempos, fazendo esquecer os tempos de desnorte que se vivem e recebendo de braços abertos e com alegria os cinco pimpolhos que nascerão em breve por estas bandas.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

A primeira colheita e o último (?) banho morno no Tua



Os preparativos na adega estão feitos; tudo bem esterilizado e desinfectado. A primeira colheita de uvas do ano está feita; pequenas uvas brancas que guardam aromas e sabores a fruta fresca. E ainda se arranja tempo para limpar nas águas menos mornas do Tua o odor a enxofre que toma conta dos poros da nossa pele.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Afinal o Algarve, em Agosto, pode ser belo

O Algarve belo 1
O Algarve belo 2
Nota: Não se preocupem porque as conquilhas foram devolvidas ao fundo do mar ;)

terça-feira, 27 de julho de 2010

Amanhecer no Penedo Durão

Penedo Durão
Curvas e contracurvas levam-nos preguiçosamente ao cimo dos 700m do Penedo Durão. Já se faz tarde e os trinta minutos de viagem imaginários transformam-se em hora e meia de uma viagem bem real. Uma lua quase cheia ilumina-nos o caminho e faz-nos entrever estradas sinuosas e vales profundos e apertados. Lá chegados acima o silêncio é apenas quebrado pelos grilos cantantes. É hora de fazer um reconhecimento do local, escolher o melhor sítio para estender os sacos-cama e esperar pelo momento mágico. O sono é demasiado leve e não deixa nem corpo nem mente descansarem. As estrelas brilham lá no alto. A brisa quente de leste transforma-se num vento cada vez mais fresco nos minutos que antecedem a aurora. Eis chegado o momento! Esquecem-se bocejos e preguiças, arranja-se um bom poiso e espera-se que o raiar ilumine as montanhas que se estendem aos nossos pés. O Douro parece um regato e a barragem de Saucelle uma peça de Lego. Os grifos despertam e brindam-nos com as suas danças lentas e majestosas. E mais palavras para quê?

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Porto em duas rodas não motorizadas

Jardim Botânico do Porto
Aviadores, Avenida da República, Ponte Luís I, São Bento, Clérigos, Cordoaria, Rosário, Cedofeita, Rua da Boavista, Rotunda da Boavista, Avenida da Boavista, Campo Alegre, Jardim Botânico, Praça da Galiza, Jardins do Palácio de Cristal, Restauração, Massarelos, Cais das Pedras, Miragaia, Túnel da Ribeira, Ponte Luís I, Ribeira de Gaia, Caves, Aviadores. Olho para as ruas e edifícios de outra perspectiva. Ensaio futuros (?) caminhos para o novo local trabalho. Cheiro flores e espreito as estufas abandonadas do Jardim Botânico. Saboreio um arroz de pato na Alicantina. Dormito no Jardim dos Sentimentos. Como um gelado à beira-rio. Total do percurso: 16kms

terça-feira, 20 de abril de 2010

Na rota de Manhouce

Na rota de Manhouce
Não vimos a Isabel nem escutámos a sua voz. Em contrapartida percorremos caminhos que a inspiraram. Cheirámos urzes e carquejas floridas, molhámos os pés em ribeiros frescos, espreitámos para dentro de estábulos feitos de granito, escutámos cucos, subimos e descemos calçadas esquecidas pelo tempo, contemplámos o verde de socalcos moldados por gerações e partilhámos sorrisos e conversas.
Obrigado à Esteva e aos "Toca a Caminhar" pelo convite!

terça-feira, 30 de março de 2010

A poética timorense

A poética timorense
Finalmente, depois de tantas vezes falado, lá fui conhecer o ansiado Museu do Oriente. No meio das suas paredes negras e da profusão de cores, estampados, dourados e plumas das duas exposições principais, destaco a pequena colecção de belíssimos objectos trazidos da longínqua ilha de Timor-Leste. A simplicidade e contemporaneidade das suas formas são comovedoras e, só por si, já valem a pena deslocarmo-nos a este museu, atravessando linhas de comboio, subindo e descendo escadas metálicas, contornando tapumes e carros estacionados nos passeios e sobrevivendo ao trânsito feroz de tão desumanas avenidas.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

O pôr-do-sol

O pôr-do-sol
Depois de tantas semanas sob chuvas intensas e céus nublados, eis que chegou o tão desejado pôr-do-sol. E que cores cálidas e intensas vieram com ele! Como costumam dizer por essas ruas e calçadas, "os dias já se conhecem" e mais cedo ou mais tarde estarei liberto da crueldade de não poder ver o pôr-do-sol quando me apetece!

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

PR1 do Corno do Bico

Corno do Bico
Sobe-se facilmente por caminhos pouco acentuados e relativamente bem sinalizados. Saltam-se poças e contornam-se caminhos enlameados pelas chuvas recentes. Repira-se um ar fresco e puro, e um sol enevoado vai nos aquecendo o corpo. As folhas secas estalam debaixo dos nossos pés. Os cogumelos começam a morrer, sinal do frio que já se sente. O bosque está acastanhado e sem vida. Vêem-se pegadas de javalis e de outros mamíferos difíceis de decifrar. Uma colónia de abelhas faz a sua colmeia numa torre de observação abandonada. Lá em baixo estende-se uma manta retalhada de prados verdes e muros negros. No horizonte avista-se o Atlântico, os rios Minho e Lima, a serra de Arga, a imponente Peneda e tantas outras serras sem-nome. Experimentam-se aberturas de diafragma, profundidades de campo e registam-se momentos de cumplicidade a dois. Mais uma hora e ficamos sem luz. É hora de regressar. Espera-nos uma "Ínsua de Caminha", bem docinha, saboreada com muito prazer na confeiteira da praça principal da vila homónima.